Grupo Carrinho vence Prémio Produção Nacional 2026

O Grupo Carrinho, empresa angolana do sector alimentar sediada na província de Benguela, foi distinguido, este domingo, 1 de Novembro, em Luanda, com o Prémio Produção Nacional 2026, na categoria Cadeia Produtiva, durante a cerimónia de encerramento do segundo dia do FIN Summit – Sala de Finanças e Investimentos.

A distinção, atribuída pelo Ministério da Indústria e Comércio e pelo FIN Summit, reconhece o contributo da empresa para a integração de fornecedores nacionais, criação de empregos e geração de rendimentos ao longo da cadeia produtiva, segundo uma nota de imprensa.

O júri destacou, particularmente, o programa desenvolvido pelo Grupo Carrinho em parceria com a Corporação Financeira Internacional (IFC), que apoia mais de 50 mil produtores agrícolas angolanos, promovendo o fortalecimento da agricultura nacional e a sua ligação à indústria transformadora.

O Prémio Produção Nacional 2026 contempla, além do troféu, o direito de utilização do selo «Vencedor do Prémio Produção Nacional 2026», durante 12 meses, bem como a divulgação da empresa no Catálogo da Produção Nacional e na aplicação FIN App.

Durante a cerimónia, o representante do Grupo Carrinho agradeceu ao Ministério da Indústria e Comércio e à organização do FIN Summit pelo reconhecimento, tendo reafirmado o compromisso da instituição com o desenvolvimento da produção nacional.

«A Carrinho aposta na produção nacional e na integração, desde a agricultura até ao prato dos nossos consumidores», afirmou.

O responsável recordou que a aposta na produção alimentar teve início em 2014, com a implementação de um projecto industrial na província de Benguela, onde o grupo concentra actualmente um complexo constituído por 17 fábricas.

Acrescentou que o investimento na produção nacional representa não apenas uma estratégia económica, mas também um compromisso com o desenvolvimento de Angola e a valorização das capacidades produtivas do país.

«Apostar na produção nacional não foi para nós, nem é, só uma decisão económica. É, acima de tudo, um compromisso com Angola, um compromisso com os angolanos, de que é possível fazer aqui aquilo que se faz em todo o mundo», sublinhou.

O representante evocou ainda o passado agrícola de Angola, recordando períodos em que o país alcançou níveis significativos de produção e exportação de produtos como milho, trigo, algodão e café.

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