Isidro Fortunato refere-se à pena de morte ou prisão perpétua para dirigentes que assumam cargos públicos em caso de desvio de fundos públicos como forma de combate à corrupção.
“Governantes não festejariam tanto se quando fossem nomeados a cargos de alta responsabilidade no aparelho do estado, tivessem de assinar igualmente um documento oficial que remete à pena de morte ou prisão perpétua em caso de desvio de dinheiro publico, incumprimentos, corrupção, nepotismo, clientelismo ou qualquer outra acção lesiva aos interesses do estado.”
“Corrupção não se combate com leis e decretos assinados por corruptos, a dimensão da corrupção em Angola requer um luta radical, sem tréguas, requer responsabilidade, porque se não nos livrarmos da corrupção toda acção que visa colocar o estado em sua definição constitucional no centro das preocupações e nos trilhos do desenvolvimento sustentável, serão continuamente sabotadas.”
“Hoje o governante festeja quando é nomeado fundamentalmente por causa da impunidade e das imunidades criminosas que tem a disposição, tudo isso facilita o roubo da coisa publica, a gestão danosa da riqueza pública, produzindo miséria em proporções industriais que condenam todas gerações.”
