Tribunal da Comarca de Luanda ordena a soltura dos líderes dos Taxistas por insuficiência de provas

As acusações surgiram no âmbito da greve de julho e agosto de 2025, que envolveu destruição de autocarros, queima de pneus e saques a estabelecimentos comerciais, fundamentando-se na alegada coordenação de atos que extrapolaram manifestações pacíficas.

Após cinco meses de detenção, o Tribunal da Comarca de Luanda determinou a libertação dos líderes dos taxistas, incluindo o vice-presidente, o presidente da Associação Nacional dos Transportadores de Angola (ANATA) e o presidente das cooperativas, Rafael Inácio, por insuficiência de provas nos processos que lhes foram movidos.

De acordo com informações divulgadas nas redes sociais por Joana Clementina, fontes próximas ao Tribunal indicam que os processos já foram arquivados e aguardam apenas a assinatura final dos juízes de garantias competentes para a formalização da decisão.

O Ministério Público terá determinado a libertação de todos os líderes, após análise detalhada dos processos, e os advogados dos arguidos apresentaram parecer favorável, reforçando a decisão judicial.

Tudo indica que os líderes dos taxistas estão prestes a recuperar a liberdade, numa decisão que poderá marcar um desfecho relevante para o caso e contribuir para a estabilização do setor de transporte urbano em Luanda.

Em actualização.

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