Todos os dias mulheres são espancadas ou agredidas de forma impiedosa e ninguém se levanta, nem se tenta parar à sociedade.
Quando a mulher dá queixa, dizem que é despeito e “dor de cotovelo de uma mal amada” e a vítima ainda passa por “manipuladora com mau perder”, “desobediente” ou “mulher arrogante que provocou a ira de um inocente e pacato cidadão”. Se a vítima de agressão for o marido, ainda passa bullying social.
Espero que o pai do agresssor Dji Tafinha nunca tenha batido com violência em nenhuma mulher nem criança quando era ele o mais forte!
Que fique aqui a reflexão e que muitos dos que mostram indignação neste caso de violência contra o próprio pai, porém também já bateram nos seus próprios filhos ou na mulher ou marido, parem também de bater nos vossos filhos, esposas e esposos!
A sociedade deve refletir. As famílias devem conversar e evitar qualquer tipo de violência, porque hoje há muita informação e sabemos as péssimas consequências sociais da violência psicológica e física que afetam inclusive o rendimento na escola ou no trabalho e afecta a economia de um pais.
NINGUÉM DEVE BATER EM NINGUÉM, NEM AGREDIR PSICOLOGICAMENTE. OS PROBLEMAS RESOLVEM-SE CONVERSANDO.
Ler mais: Músico Dji Tafinha acusado de agredir o próprio pai
