
Após o PR João Lourenço condecorar várias personalidades que lutaram pela independência e pela paz no país, um dia depois da manifestação “Fique em casa”, Raul Diniz diz que o PR ficou de ressaca com o sucesso obtido com a pacífica e silenciosa manifestação, e que ao atribuir medalhas a alguns militantes do MPLA, assassinados a 27 de Maio de 1977, serviu apenas para tentar enganar os familiares activos de alguns dos mortos mortos por aqueles que serão, juntamente com os que também serão condecorados pelo ditador.
Felicitações aos não mencionado(a)s nas condecorações do 04/04/2023.
O presidente do MPLA, João Lourenço, acordou de ressaca após o insidioso sucesso obtido com a manifestação pacífica e silenciosa de NAO SAIR DE CASA DIA 31/03/2023.
Ainda no ardor da ressaca, João Lourenço, decidiu condecorar alguns insignes cidadãos, na vã tentativa de obscurecer o sucesso obtidos na manifestação de 31 de março, Debalde.
João Lourenço e seus sequazes não conseguiram fazer uma leitura validade sobre os referidos acontecimentos. Ao invés de começar a dialogar com a sociedade indignada pelos sucessivos abusos e atentados originários da má governação observada no país, o presidente, logo a seguir ao dia da manifestação, decidiu realizar um encontro com os ditos sábios do MPLA, quando na verdade trata-se de velhotes gagás completamente desencontrados com a realidade que o país atravessa, e por outro lado, essa velharia do MPLA, sequer têm qualquer contato com o povo nem com a militância juvenil do MPLA.
De seguida, decidiu arranjar medalhas para condecorar militantes Bahia da qualidade de Matias Damásio e Carlos Jorge, o assassino confesso que ceifou milhares de vidas já Casa da Reclusão e na cadeia de São Paulo.
Ao medalhar algumas figuras militantes do MPLA, assassinados dia 27 de Maio de 1977, serviu apenas para tentar ludibriar os familiares activos de alguns dos mortos matados por aqueles que serão juntamente com aqueles que serão igualmente medalhados pelo ditador.
De facto, o ditador João Lourenço, precisa despertar urgente do sono do tempo, e rápido, perceber de uma vez por todas, que o país acordou e não o quer vê-lo na cidade alta. O povo sabe o que o presidente actual do MPLA fez nos verões passados, assim sendo, ele não tem como enganar novamente o cidadão, que sabiamente luta pelo fim da repressão imposta pelo regime doentio sustentado pelo MPLA/João Lourenço.
O cidadão deseja a realizado imediata das eleições autárquicas, não desejam de modo algum dos seus esfarrapados discursos, a paz só terá força constitucional quando anularmos a fome, sobretudo quando a alternância do poder político for pacífico e entendido pelo MPLA que a democracia só fortalece o estado de direito quando a alternância de poder for uma realidade em Angola.
Estamos juntos, concluiu.