PRA-JA tenta nova legalização e coloca Tribunal Constitucional à prova

Quatro anos depois de o Tribunal Constitucional (TC) ter chumbado o projecto PRA-JA-Servir Angola, Abel Chivukuvuku tenta novamente legalizar o seu “rebento” político. Excessivamente confiante, o antigo líder da CASA-CE, e um dos “vices” coordenadores da Frente Patriótica Única (FPU) acredita na legalização do seu projecto político e considera um ganho o facto de o PRA-JA-Servir Angola manter a sua sigla original.

A comissão instaladora do PRA-JA-Servir Angola tinha agendado para o dia 10 deste mês como data para a entrega de toda a documentação junto ao Tribunal Constitucional (TC) com vista a sua legalização como formação política.

A decisão resultou de uma Assembleia Constitutiva que teve lugar no passado dia 6, numa das unidades hoteleiras a Sul de Luanda, num acto em que estiveram presentes Abel Chivukuvuku, Filomeno Vieira Lopes e Adalberto Costa Júnior, o triunvirato que forma a conhecida Frente Patriótica Unida (FPU), dentre vários convidados.

Numa curta entrevista que concedeu, em exclusivo, ao Novo Jornal (NJ), o político que se define como “persistente” mostrou-se confiante quanto ao futuro do PRA-JA que, segundo ele, será, em breve, convertido em partido político. Contudo, atirou a bola para o TC que, em sua opinião, “deve limitar-se a cumprir com a lei e não fazer política”, deixando a implícita ideia de que este tribunal superior fazia o jogo do poder político. In NJ

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