Polícia põe fim à “Turma do Apito” no Sambizanga, acusada de sequestro e tortura

A Polícia Nacional, através da Direcção de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP), desativou a “Turma do Apito”, uma suposta brigada de vigilância comunitária no Sambizanga, Luanda, acusada de praticar crimes como sequestro, tortura e agressão física. Seis supostos “quartéis” do grupo foram encerrados pela polícia, que encontrou 24 elementos envolvidos em suas ações, incluindo cinco membros das forças de defesa e segurança. A polícia cadastrou os envolvidos, mas todos foram liberados, sendo advertidos para cessar suas atividades sob a ameaça de responsabilização criminal por desobediência às autoridades.

A “Turma do Apito”, criada para reprimir a criminalidade no Sambizanga, foi considerada ilegal pelo comandante geral da Polícia Nacional em 2021. O grupo é suspeito de agredir cidadãos, sequestrar, praticar tratamento desumano, cobrar indevidamente e usurpar funções das autoridades. O comandante geral da Polícia Nacional alertou as administrações provinciais para interromperem as atividades da “Turma do Apito” e classificou o grupo como uma organização ilegal, conforme informou o Novo Jornal.

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