
As mesmas foram apreendidas no bairro Tchioco, arredores do Lubango, na Huíla, no âmbito da Lei de Repatriamento Coercivo e Perda Alargada de Bens, após leilão.
Segundo a PGR, o suposto envolvimento da referida sociedade comercial no “Caso Lussati” remonta a Julho de 2021, quando o estabelecimento foi alvo de buscas e apreensão ordenadas pelo SENRA, sob alegação de que teria beneficiado de recursos desviados pelo cidadão José Tchiwana, arguido no referido processo.
Estabelecimento comercial de venda de automóveis, a empresa Samoma BIG Lda, foi criada em 2011, por Inácio Samoma, “é terceiro de má-fé”, conforme a Lei n.º 15/18, de 26 de Dezembro, sobre o Repatriamento Coercivo e Perda Alargada de Bens.
O principal arguido do caso, Pedro Lussati foi condenado, a 10 de Novembro de 2022, a 14 anos de prisão e 100 dias de multa pelos crimes de peculato, fraude no transporte de moeda e branqueamento de capitais. Ck