A Juventude Unida Revolucionária de Angola (JURA) emitiu uma nota pública expressando seu profundo repúdio ao ataque brutal sofrido por Isaac Eduardo Chitengui, membro da organização. No dia 4 de agosto de 2024, por volta das 18h, Chitengui foi violentamente agredido por militantes da Juventude do MPLA (JMPLA) na aldeia de Chiwissa, regedoria de Machalo, comuna de Sachinemuna. O ataque ocorreu quando ele deixava um acampamento da JURA realizado na aldeia de Lopitanga.
Este ato covarde, que quase custou a vida de Chitengui, é visto como uma afronta não apenas à integridade física de um jovem, mas também como um ataque aos princípios democráticos e à liberdade de expressão em Angola. A JURA destaca que a violência política é inaceitável e representa o lado mais vil do autoritarismo e da repressão.
A organização exige que as autoridades conduzam uma investigação imediata, transparente e rigorosa para que os responsáveis sejam identificados e punidos conforme a lei. A JURA afirma que não permitirá que a impunidade prevaleça e insiste que a justiça deve ser feita sem demora.
A nota também condena qualquer cumplicidade ou omissão por parte de indivíduos ou instituições que permitem a continuidade de atos de violência. É considerado inadmissível que Angola, em pleno século XXI, ainda seja palco de violência política utilizada como ferramenta de intimidação e repressão.
A JURA assegura que este ataque não calará suas vozes; ao contrário, aumenta sua determinação de lutar contra a opressão por um país verdadeiramente democrático e justo. A organização conclama toda a sociedade angolana a se unir nesta batalha contra a intolerância política e a violência partidária, reiterando seu compromisso com a paz, justiça e dignidade para todos os angolanos.
