O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, usou a sua conta oficial no Twitter para manifestar a sua profunda preocupação e indignação face aos últimos acontecimentos envolvendo a Comissão Nacional Eleitoral (CNE). O líder da oposição afirmou sentir “no mais íntimo” a dor de um povo cuja voz, segundo ele, foi mais uma vez desprezada.
“Ora, a Comissão Nacional EleitoralComissão Nacional Eleitoral deve ser um símbolo de confiança, de imparcialidade e de justiça. Mas o que se passou é a negação de tudo isso”, escreveu Adalberto Costa Júnior.
Para o dirigente da UNITA, não se trata apenas de uma violação da legalidade, mas de uma verdadeira “traição à esperança do povo angolano”. Denunciou ainda o que entende ser uma tentativa deliberada de ignorar a vontade popular e de sabotar o princípio fundamental da democracia: eleições justas, transparentes e representativas.
Através da mesma mensagem, o presidente da UNITA reafirmou que o partido “rejeita qualquer tentativa de legalizar o que é ilegítimo”, deixando claro que a força política que lidera não compactua com “farsas institucionais nem com silêncios cúmplices”.
Apesar do cenário descrito, Adalberto Costa Júnior apelou à esperança e à mobilização do povo: “Angola é maior do que os seus obstáculos. E quando a legalidade é desrespeitada, a força da cidadania deve erguer-se. Este é o momento de unidade”.
O dirigente dirigiu-se directamente aos jovens, às mães angolanas e a todos os patriotas, sublinhando que “a história está do lado da verdade” e que “a verdade, mais cedo ou mais tarde, sempre triunfa”.
Concluiu com um aviso: “A história não perdoará os que traem a pátria em nome do poder. Mas exaltará aqueles que, mesmo diante da injustiça, mantêm-se de pé em nome da verdade.”
