Corrupção na Inspecção do Comando Geral: Trânsitos obrigados a pagar 600 mil Kwanzas para evitar processo disciplinar

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Segundo o site Na Mira do Crime, um Superintendente-chefe da Polícia Nacional, cujo nome vamos ocultar (nesta edicçao) colocado no Comando Geral da Polícia Nacional, Departamento de Inspecção, está a ser acusada de usar automobilistas da sua confiança, para cometer transgressão na via pública, para quando ser autuado por agentes de trânsito entrar em negociatas que depois terminam na Inspecção.
O Oficial, de acordo com a denúncia, trabalha supostamente com um homem de campo, identificado como Rufino e tem a patente de Subinspector.
Na maior parte das vezes, contam os trânsitos, o negócio é sempre fechado no interior do Condomínio da Polícia, situado em Viana.
“O chefe nunca vai no campo, só manda o homem dele para negociar. Sempre que um cidadão faz uma queixa contra um agente de trânsito, o Subinspector aparece para negociar, diz que há um processo disciplinar contra nós, então para não sermos expulsos da corporação, somos obrigados a pagar entre 500 e 600 mil Kwanzas”, denunciaram.
Um dos jovens usados para subornar os agentes, também falou em exclusivo ao acrescentado que as zonas onde actua com regularidade, amando do Superintendente-chefe, são os municípios de Cacuaco, Distrito do Sambizanga, município do Kilamba Kiaxi, zonas do Rocha Pinto e São Paulo pelo fluxo de táxis.
Segundo Na Mira do Crime “Os agentes que são apanhados e não pagam, são punidos, há um caso recente que se deu na Barra do Kwanza, de um agente que foi apanhado nesta situação, não aceitou colaborar e foi despromovido”, recordou.
“Um outro caso”, contam, aconteceu justamente quando o chefe tinha um pedido de um sobrinho.
“Apanhou um trânsito no esquema. Este, para não ser despromovido, foi obrigado a comprar 20 grades de cerveja, 15 de gasosa e 2 cabritos”, acusou.
Fonte: Na Mira Do Crime

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