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Que fique bem claro, não sou apologista do discurso do ódio direcionado.
Repúdio toda retórica discursiva enviesada do Ismael Mateus, conselheiro do presidente João Lourenço, sobretudo a linguagem observada na negação do óbvio. Sabemos todos todos que, a antítese da trafulhice é a burrice extrema. Para dizer, que não se entende a razão por que o jornalista Ismael Mateus, insiste em ser o mensageiro do estrabismo negligente e da falta de higiene intelectual.
Por quanto se sabe, que a maioria qualificada dos cidadãos angolanos, a muito respira civilidade e respeita acima de tudo, o todo poderoso Deus criador, ao próximo como a si mesmo. Isso significa dizer, que, todo ser social tem como prioridade odiar o mal. Ou não é assim camarada conselheiro? Foi assim que os paises desenvolvidos socialmente cultivaram entre o amor e o respeito as leis e a constituição.
A dinâmica do bem contrai o mal, o exercício do bem convence-nos a odiar copiosamente o mal. Desse forma, faz-se necessário odiar com toda força o mal.
Qualquer sociedade que se preze e se queira progressista ou mesmo democrata, tem que ter como princípio basilar o pleno pendor de odiar em toda a dimensão e plenitude a corrupção, o corrupto e o corruptor.
Pois, as práticas dos 48 anos de reconhecido exercício da corrupção em Angola, tem a sua origem no MPLA. Por outro lado, temos todos o são conhecimento lógico, de que os partidos não roubam, não são corruptos, nem assassinam os cidadãos, são as pessoas travestidas de cidadãos honrados e sérios, que se corrompem, roubam a assassinam cidadãos inocentes e acopletam-se do erário público nacional, como acontece em Angola.
Ora, só assim se entende, que o ódio visceral que o povo nutre contra a personificação humana do MPLA, ainda é pouco, se levar-me em conta a dimensão do mal que o MPLA praticou e continua a praticar ferozmente contra o povo.
Quando um presidente do tribunal supremo, insulta a dignidade de toda sociedade, temos que aceitar calados? Quando a polícia do MPLA se torna justiceira, escorraça prende, tortura e assassina cidadãos nacionais indefesos, que só a polícia os reconhece como criminosos, temos que manter a boa a calada em sinal de submissão? Quando a realização das eleições autárquicas dependem de um só cidadão, que sequer foi eleito pelo voto directo, temos que olhar só e ficarmos quietos? Como reprovar o direito a indignação generalizada do povo, por ter sido roubado o seu voto nas eleições de 2022?
Camarada conselheiro, o ódio é uma reação as ações contraproducentes do regime sustentado pelo nosso MPLA.
Pessoalmente camarada conselheiro, eu odeio todo acto de corrupção, execuções sumárias praticadas ad hoc pelo nosso MPLA! Conselheiro, sem essa de impedir o povo de demonstrar o seu ódio e repugnância pela inobservância da lei e da constituição. O cidadão tem todo direito de odiar com veemência a corrupção e aos que dilapidam o erário público nacional, que infelizmente tem como epicentro o degenerado MPLA.
Para terminar, assumo, que a vergonha do conselheiro é também a de todo angolano minimamente escolarizado, a sua vergonha jornalista Ismael, ela é também nossa… É sim verdade, que não estamos misturados mas.