A economia nacional está a ser gradualmente paralisada por um governo que demonstra total incapacidade para tomar decisões que favoreçam o ambiente económico. Em vez de adoptar medidas que impulsionem o crescimento e protejam o poder de compra das famílias, o Executivo opta por políticas que penalizam directamente a população.
Em províncias como o Uíge e o Huambo, os trabalhadores enfrentam sérias dificuldades para exercer as suas actividades, devido à escassez de combustível e à constante subida dos preços. No Bailundo, a situação é ainda mais crítica — relatos indicam mais de 885 motorizadas e 150 carros parados por falta de gasolina. Em Caluluya, a realidade não é diferente: é sofrimento puro!
Quando a política se transforma num negócio para poucos, a economia afunda, a produção trava, e o povo sofre. É urgente uma mudança estrutural e uma governação com responsabilidade social e visão estratégica. A economia não pode continuar refém de interesses políticos. Angola precisa de líderes que sirvam o povo, e não de gestores do sofrimento colectivo.
Por José Juliano Sakalumbo – Gestor
A luta é pelo povo!
