Na recente publicação no Facebook intitulada “A Desgraça Nacional”, Nelito Ekuikui expressou sua opinião sobre a viagem de férias de João Lourenço a Ilhas Seychelles em relação às despesas nas viagens presidenciais, referindo-se à conversa sobre “apertar o cinto” como a brincadeira preferida do executivo.
Ekuikui fala da falta de transparência que envolve as viagens do presidente, ao salientar que, se não fosse pelo vazamento de informações, “não teríamos a noção do nível das despesas dessas viagens privadas”. Ao longo do primeiro mandato, questiona quantos foram os que acompanharam a comitiva em tais jornadas não divulgadas e quem foi responsável pelo custeio dessas despesas.
“Não podemos em circunstâncias nenhuma usar do erário público para garantir finais de semanas luxuosos para família presidencial”. Este episódio levanta questões fundamentais sobre a responsabilidade fiscal e a necessidade urgente de transparência na gestão dos recursos públicos.
