Manifesto de pré-candidatura à liderança do MPLA

Em nome do povo resiliente, digno e historicamente comprometido com a construção de Angola, especialmente das províncias do Leste, apresentamos à nação a pré-candidatura do camarada João Ernesto dos Santos, “Liberdade”.

Este não é um gesto circunstancial. É um apelo político enraizado na necessidade de renovação responsável, continuidade consciente e liderança com autoridade moral num momento marcado por desafios complexos e incertezas estruturais.

O MPLA, enquanto força histórica da libertação e pilar da edificação do Estado angolano, enfrenta hoje uma encruzilhada estratégica: ou reafirma a sua identidade com base em princípios sólidos, competência e proximidade com o povo, ou corre o risco de se distanciar das aspirações reais da sociedade. É neste contexto que emerge a figura de “Liberdade”.

João Ernesto dos Santos “Liberdade” representa:

Reserva moral: num tempo em que a confiança política é um ativo escasso, a sua trajetória inspira credibilidade, coerência e compromisso com os valores fundacionais do partido e da República.

Experiência acumulada: fruto de anos de vivência política, institucional e social, possui a maturidade necessária para interpretar o presente e projetar soluções consistentes para o futuro.

Sentido de Estado: mais do que um actor político, é um quadro com visão estratégica, capaz de colocar o interesse nacional acima de agendas individuais ou faccionais.

Capacidade de mobilização: com forte ligação às bases, sobretudo no Leste, simboliza uma ponte entre o partido e segmentos da população que clamam por maior inclusão e representatividade.

Num cenário de exigência crescente por boa governação, transparência e eficácia, o MPLA precisa de uma liderança que combine firmeza ética com competência política. Precisa de alguém que compreenda profundamente os desafios territoriais, económicos e sociais do país — e que tenha coragem para enfrentá-los.

“Liberdade” não surge como ruptura, mas como reposicionamento estratégico.

Não como promessa vazia, mas como compromisso estruturado.

Não como figura ocasional, mas como resposta política a uma necessidade concreta.

Este manifesto é, acima de tudo, um convite:

À reflexão interna no seio do MPLA;

À mobilização consciente dos militantes;

E ao engajamento de todos os angolanos que acreditam numa liderança séria, responsável e orientada para resultados.

O momento exige seriedade.

O partido exige responsabilidade.

O povo exige liderança.

E é por isso que afirmamos, com convicção:

João Ernesto dos Santos “Liberdade” é a escolha certa para conduzir o MPLA neste novo ciclo político.

 

Pelo candidato:

• Hitler Samussuku

• Dito Dalí e todos os povos do Leste de Angola

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