O Partido Humanista de Angola (PHA) voltou a denunciar, esta terça-feira (9), tentativas de usurpação da sua liderança por um grupo de militantes dissidentes, e reafirmou que a comissão política saída da 1.ª convenção, realizada em 30 de Agosto, é a única entidade legítima para falar em nome do partido.
Segundo um comunicado do PHA, Ivo Miguel Gonçalves Ginguma, Victor Leandro Passos Lopes e Nsimba Luwawa, identificados como protagonistas de alegadas manobras ilegítimas, “não têm qualquer legitimidade para representar o partido”.
O documento acusa ainda os referidos membros de terem recorrido a “estratégias difamatórias e calúnias sem respaldo legal”, após o Tribunal Constitucional ter rejeitado as suas pretensões.
A direcção liderada por Florbela Malaquias repudia o que considera ser “um plano de desestabilização interna” e acusa os dissidentes de desobedecerem ao acórdão 1001/25 do Tribunal Constitucional, de 5 de Junho, que invalidou a tentativa de destituição da presidente do partido.
No conclave realizado sob o lema “Consolidando a Democracia Interna”, Florbela Malaquias reafirmou que o PHA está preparado para enfrentar os próximos desafios eleitorais, apontando como prioridade o reforço da sua estrutura em todas as 21 províncias do país, num contexto em que a organização enfrenta disputas internas e acusações de má gestão.
