A Empresa Pública de Águas de Luanda (EPAL) vai proceder ao corte coercivo do fornecimento de água potável aos moradores do projecto Morar, na Luanda-sul, em Viana, por estes terem uma dívida acumulada de mais de 1,5 mil milhões de kwanzas, apurou o Novo Jornal junto da EPAL.
Segundo a Empresa Pública de Águas de Luanda, são mais de cinco mil clientes que não pagam o fornecimento de água naquele projeto habitacional de Viana.
Ao Novo Jornal, Vladimir Bernardo, porta-voz da EPAL assegura que os moradores continuam a resistir ao pagamento do fornecimento de água, explicando que já foram feitos vários apelos aos moradores.
“Vamos levar a cabo um corte massivo aos moradores do bairro projecto Morar, na Luanda-sul, no município de Viana, a partir do dia 2 de Setembro próximo, por acumulação de dívida desde o ano de 2015”, informou o porta-voz da EPAL.
Segundo a EPAL, este é um assunto antigo que a empresa tem debatido nos últimos anos, tendo em conta que muitos clientes se furtam a pagar a conta de água, sobretudo as entidades da Administração Pública do Estado. In NJ
