Olívio N’kilumbu deputado, em visita a Hélder Chihuto, garantiu a sua presença na “marcha pacífica” do dia 29 de abril no Zango 3.
De lembrar que a defesa dos direitos fundamentais das crianças além de ser um dever jurídico imputado a todos os cidadãos nos termos do artigo 8° da lei de proteção e desenvolvimento integral da criança, conjugado a norma do n°6° do artigo 35 da Constituição da República de Angola, é também de igual modo um dever divino patriótico.
“É possível pensar Angola fora do interesse pessoal, nesta causa não há mixa, não há financiamento extra de quem quer que seja, não há dividendos pessoais, não se ganha nada em sentido material pecuniário, senão o orgulho de ver a situação das crianças mitigada, antes pelo contrário, levá-nos a gastar o pouco que já não temos, daí é que, quem se diz ser activista e recolhe -se ao silêncio diante duma causa dessa de relevante interesse nacional, e que constitui a partida prioridade absoluta em relação a qualquer outra intenção de vontade, naturalmente sem desprimor a estas, revela de que lado está, e mostra claramente que só faz ruído público sob determinada causa quando a partida vai dela tirar alguma dividendo em sentido geral”, disse.
“Insto em nome do superior interesse dos menores, em nome da dignidade da criança, em nome dos direitos humanos fundamentais das crianças, em nome da justiça e da lei, toda a sociedade a se envolver nesta causa que não é de Hélder Chihuto O Embaixador do Povo, mas sim dos angolanos em sentido geral, do estado, das famílias, e da sociedade no seu todo”, salientou.
“Ao ilustre deputado N’kilumbu o único que até agora se mostrou solidário a causa, o nosso muito obrigado”, agradeceu.