“Não é legal, um Ministro nomeado por um Presidente ilegal, condenar um povo legal sobre as construções ilegais.” – Ndinga de Deus

Avatar By Redacao Abr 25, 2023

“Laborinho, demonstrou ser a espécie de um burrinho que, caladinho ficaria bonitinho.” 

Laborinho é pupilo do João Lourenço, presidente eleito pela CNE, coadjuvado pela INDRA e empossado pelos Juízes que estudaram DIREITO, para julgar e agir TORTO. 

Num estado democrático e de direito, a soberania reside no povo exercida através do Estado.

A terra e os respectivos recursos são propriedade do povo.

O povo concede ao Estado o poder de administrar e gerir a terra e os respectivos recursos, orientando a sua exploração e aproveitamento racional em benefício de toda a comunidade, e assegurando a sua defesa e conservação. Estado deve ter a capacidade de distribuir de forma equilibrada para todos. 

O que notamos em Angola é o contrário, a soberania passou a ser do MPLA, exercido pelo João Lourenço. As terras são administradas, repartidas e vendidas pelos membros dos CAP’S, através dos seus administradores e coordenadores de Bairro. 

Portanto, o Laborinho, faltou-lhe um exercício de análise concreto dos fatos, por exemplo: 

-Ao demolir as casas, perguntaram quem vendeu os tais ditos terrenos? 

A resposta é simples, são os membros das comissões de moradores do bairro, estes são elementos do MPLA. 

Quem legaliza, são as administrações municipais, que também, são membros do MPLA. 

Quem fiscaliza as obras, são funcionários do MPLA, então, onde está a culpa deste precioso povo? Culpar o efeito sem antes conhecer a causa, é técnica de um Laborinho burrinho, que caladinho, ficaria bonitinho!  

Quem falhou com o povo foi o MPLA, até no projeto de habitação para jovens, encontramos Generais nessas listas. 

Há vários Ministros, generais e comissários ocupando Quintas e vastas parcelas de terras, abandonados com placa: “Reserva fundiária ou então Terreno ocupado”. 

Laborinho demonstrou a insensibilidade e desrespeito total diante da catástrofe que assolou o povo. 

Num País sério, com 308 mortos, seria decretado um luto nacional, seria uma responsabilidade do governo assistir as famílias enlutadas. 

Infelizmente, em Angola não há governo que governa com zelo, dedicação, transparência e com bastante amor para o povo.

O silêncio do Presidente da República, diante deste nefasto acontecimento no país, é a  prova da ausência total da sensibilidade e patriotismo ao Senhor João Lourenço. 

Desde 1975 até aos dias de hoje, a culpa é, e sempre será do MPLA.

Por isso, precisamos nos unir para criarmos uma Angola de todos, para todos.